
Acerca de mim
- Afonso Faria
- Mas quem sou eu mesmo? Nem eu sei se calhar. Em busca, permanentemente em busca!
sexta-feira, agosto 31
terça-feira, agosto 28
uma noite destas...
Gaveta:
meus olhares...

À noite…esta Lua.
Provocadora, insinuante inspiradora,
De novo engalanada de cores e flores do meu jardim!
Melodias várias, acordes feitos e descobertos, outros surgidos em silêncios,
na minha noite,
Sem sequencia, sem molde, incorrectos ou precisos, espontâneos cânticos de grilos.
Porque na minha noite o certo é incerto, o silêncio é melodia,
a cor é ausência, a luz é presença, a regra é não ter regra.
O primeiro é um, o último é.
Ser e estar, inspirar aromas da escuridão cúmplice e imensa,
Onde os afectos se encontram, as memórias se cruzam,
e nem se questionam,
por serem só memórias.
Aqui, agora, deixo-me enlear em trepadeira de afecto,
Tran-qui-la-men-te!
Provocadora, insinuante inspiradora,
De novo engalanada de cores e flores do meu jardim!
Melodias várias, acordes feitos e descobertos, outros surgidos em silêncios,
na minha noite,
Sem sequencia, sem molde, incorrectos ou precisos, espontâneos cânticos de grilos.
Porque na minha noite o certo é incerto, o silêncio é melodia,
a cor é ausência, a luz é presença, a regra é não ter regra.
O primeiro é um, o último é.
Ser e estar, inspirar aromas da escuridão cúmplice e imensa,
Onde os afectos se encontram, as memórias se cruzam,
e nem se questionam,
por serem só memórias.
Aqui, agora, deixo-me enlear em trepadeira de afecto,
Tran-qui-la-men-te!
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Afonso Faria
em
14:42
quarta-feira, agosto 22
E para além de…,
Gaveta:
meus olhares...
Erguem-se as convicções fortes e rijas, sustentáveis,
Ramificam-se as buscas, serenas afirmativas!
Porque me negar, retrair, se me afirmo?
Aqui, é aqui e agora, o hoje, o momento, porque estou, porque sou!
Independentemente dos quereres, dos pareceres, dos cânones...
Ah como é bom descobrir, ensaiar, ter disponibilidade para ver, apreender, inspirar, respirar!
Ah como é bom em simples quadros deixar-me ficar!
E ficar,
E ficar,
E ficar…
Ramificam-se as buscas, serenas afirmativas!
Porque me negar, retrair, se me afirmo?
Aqui, é aqui e agora, o hoje, o momento, porque estou, porque sou!
Independentemente dos quereres, dos pareceres, dos cânones...
Ah como é bom descobrir, ensaiar, ter disponibilidade para ver, apreender, inspirar, respirar!
Ah como é bom em simples quadros deixar-me ficar!
E ficar,
E ficar,
E ficar…
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Afonso Faria
em
16:07
domingo, agosto 19
abandono!
Aprisionado por teia de ramos castanhos e verdes, pulula minha alma galho a galho, liberta-se meu espírito alado planando em imenso azul!Fico, cativo desta tranquilidade, vou qual falcão em busca de presa, a harmonia, o equilíbrio. Colho imagens, saboreio gostos e cheiros de frescos verdes deixo-me integrar no suave e cadenciado balancear por brisa feita batuta.

Fecho os olhos e vejo-me, actor e espectador,
sorriso e lágrima, rico, pobre!
REVEJO-ME tranquilamente!
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Afonso Faria
em
09:37
sexta-feira, agosto 17
Gaveta:
meus olhares...
Sem cheiro, nem rosa, vermelha ou amarela, nem sei se flor é.
Que me importa?
Vi, captei no local.
Encontro com uma construção de perfeição da Natureza!
Belo!
Estou cativo deste jardim, em descoberta permanente!
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Afonso Faria
em
22:24
sexta-feira, agosto 3
Extase!
Gaveta:
meus olhares...

Quem viu?
Não sei, mas eu estava atento.
Tanto!
Sorvo lentamente um fresco e frutado branco.
Uma ténue carícia de brisa insinuante em cálido fim de dia, no rosto.
Silencio e cor!
Silêncio e encontro!
Silêncio e cumplicidade!
Silêncio e memória!
Silêncio e PAZ!
Onde?
Aqui, aí, onde a disponibilidade existir!
Onde o querer se afirmar!
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Afonso Faria
em
21:53
segunda-feira, julho 30
quarta-feira, julho 25
Há sempre alguém que resiste...há sempre alguém que diz não!

Assumido, activo e convicto apoiante à candidatura de Manuel Alegre à presidência da República, foi com enorme prazer e identificação que acabo de ler o seu artigo de opinião no jornal Público “Contra o medo, liberdade”.
Muitos portugueses se revêem naquelas palavras, muitos gostariam de exprimir o seu grito de alma. Mas não têm voz!
Obrigado Manuel Alegre por as suas palavras serem minhas, daquelas, daqueles, de um outro.
Acredito numa revolução de mentes, algures situada num futuro.
Todo o progresso, todo o apelidado de “bem-estar”, só faz sentido se em função do HOMEM!
A Harmonia, a Justiça, a Moral , a Liberdade serão retomadas quando se abandonar este ciclo desgovernado da “coisificação” da PESSOA e deificação do objecto.
Sempre, mas sempre o SER em detrimento do TER!
À acomodação contraponho inquietude, ao surdo lamento, ESPERANÇA!
Muitos portugueses se revêem naquelas palavras, muitos gostariam de exprimir o seu grito de alma. Mas não têm voz!
Obrigado Manuel Alegre por as suas palavras serem minhas, daquelas, daqueles, de um outro.
Acredito numa revolução de mentes, algures situada num futuro.
Todo o progresso, todo o apelidado de “bem-estar”, só faz sentido se em função do HOMEM!
A Harmonia, a Justiça, a Moral , a Liberdade serão retomadas quando se abandonar este ciclo desgovernado da “coisificação” da PESSOA e deificação do objecto.
Sempre, mas sempre o SER em detrimento do TER!
À acomodação contraponho inquietude, ao surdo lamento, ESPERANÇA!
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Afonso Faria
em
11:58
quinta-feira, julho 19
silenciosamente...
Gaveta:
meus olhares...
Silêncio, opção, consequência!
Aqui minha alma adormece em doce tranquilo fim de dia quente!
Silenciosamente!
Aqui minha alma adormece em doce tranquilo fim de dia quente!
Silenciosamente!
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Afonso Faria
em
21:51
segunda-feira, julho 16
outros lugares...estando!
Gaveta:
meus olhares...
(Salamanca vista, captada!)Estive fora!
Lavei os olhos em paisagens deslumbrantes, Espanha, França, Suíça. Mais de quatro mil kms, sofregamente absorvidos pelo motor do carro, impecável em sua competência.
Os olhos cansaram-se gostosamente em observação, os motivos de reflexão, muitos!
Calo! Em memória casos, lugares, pessoas, episódios.
Exercito reconstituições, saboreio lembranças.
Um dia conseguirei repor as ideias em ordem.
Que ordem?
Deixo fluir.
Lavei os olhos em paisagens deslumbrantes, Espanha, França, Suíça. Mais de quatro mil kms, sofregamente absorvidos pelo motor do carro, impecável em sua competência.
Os olhos cansaram-se gostosamente em observação, os motivos de reflexão, muitos!
Calo! Em memória casos, lugares, pessoas, episódios.
Exercito reconstituições, saboreio lembranças.
Um dia conseguirei repor as ideias em ordem.
Que ordem?
Deixo fluir.
Antes ou depois, que importa se o importante é ter sido actor do argumento escrito em vivência?
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Afonso Faria
em
14:41
terça-feira, julho 3
...esperas
Gaveta:
meus olhares...

Deixei-me seduzir, petrificado!
Busquei a máquina célere, …captei-a.
Luz, intensa quase quente, sorriso!
No solo, insinuantes sombras tranquilidade feitas árvore em repouso, fantasmas expectantes!
Uma brisa transporta-me ou acompanha o rodopiar de meus voos em silêncio.
Permaneço!
Busquei a máquina célere, …captei-a.
Luz, intensa quase quente, sorriso!
No solo, insinuantes sombras tranquilidade feitas árvore em repouso, fantasmas expectantes!
Uma brisa transporta-me ou acompanha o rodopiar de meus voos em silêncio.
Permaneço!
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Afonso Faria
em
11:55
segunda-feira, julho 2
Caminho, caminhos!
Gaveta:
meus olhares...

Procuramos sempre o nosso. Não forçosamente igual e até às vezes aparentemente coincidente, mas sempre o nosso.
Este é um dos meus!
- Batido em terra, disseram-me…
- Sim, não tem o negro do alcatrão, identifico vidas nas passadas da poeira!
- Não podes andar depressa, ouvi.
- Realmente se eventualmente me cruzo com alguém, tenho que negociar a passagem, à vez, cedências no entrecruzar olhos, sinais e até gestos, por vezes um sorriso.
-Parece-me ermo, isolado, comentaram…
-Aquele lugar na verdade não é de passagem. Só o encontra quem nele vive, respira, sente!
Ali ainda não se coisificam as pessoas. HUMANIZAM-SE AS COISAS!
Gosto do meu caminho!
Este é um dos meus!
- Batido em terra, disseram-me…
- Sim, não tem o negro do alcatrão, identifico vidas nas passadas da poeira!
- Não podes andar depressa, ouvi.
- Realmente se eventualmente me cruzo com alguém, tenho que negociar a passagem, à vez, cedências no entrecruzar olhos, sinais e até gestos, por vezes um sorriso.
-Parece-me ermo, isolado, comentaram…
-Aquele lugar na verdade não é de passagem. Só o encontra quem nele vive, respira, sente!
Ali ainda não se coisificam as pessoas. HUMANIZAM-SE AS COISAS!
Gosto do meu caminho!
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Afonso Faria
em
10:10
quinta-feira, junho 21
quem souber....me esclareça!

Será que alguém me pode esclarecer?
- Se eu transporto crianças no meu carro, tenho que ter cadeiras especiais.
E nos táxis, porque o motivo não é igualmente válido?
- Quando circulo em algumas faixas sou obrigado a degradar o meu carro com “lombas” de utilidade duvidosa.
E as faixas de BUS, porque não têm?
- Qualquer veículo que circule na estrada está “fora da lei” se não tiver seguro actualizado.
E os carros oficiais, militares, bombeiros e afins?
- Consta que a contagem do tempo para a reforma, de autarca, vale a dobrar?
Portugueses de privilégio, de primeira ou “desfavorecidos sociais”?
-A admissão na função pública está estrangulada, inacessível!
Quem controla a admissão nos institutos, Santa Casa de Misericórdia de Lisboa e outros por exemplo?
- Obesidade, que flagelo!
Quem permite a instalação de Mc Donalds às portas das Escolas?
- O trabalho infantil, a falta de respeito pelos direitos humanos, na Europa!
Quem lucra com a entrada livre com os produtos chineses, indianos e outros tantos?
- O tabaco causa o cancro (principal causa de morte)
Porque a indústria do tabaco continua a ser uma fonte de receita para o Estado?
- O Euro tem como décima o Cêntimo!
Porque as gasolineiras apresentam o preço por litro de gasolina 1,075?
Se souberem…elucidem-me!
Se tiverem mais dúvidas com o esta, circulem até que alguém nos esclareça!
Já agora, acrescentem!
- Se eu transporto crianças no meu carro, tenho que ter cadeiras especiais.
E nos táxis, porque o motivo não é igualmente válido?
- Quando circulo em algumas faixas sou obrigado a degradar o meu carro com “lombas” de utilidade duvidosa.
E as faixas de BUS, porque não têm?
- Qualquer veículo que circule na estrada está “fora da lei” se não tiver seguro actualizado.
E os carros oficiais, militares, bombeiros e afins?
- Consta que a contagem do tempo para a reforma, de autarca, vale a dobrar?
Portugueses de privilégio, de primeira ou “desfavorecidos sociais”?
-A admissão na função pública está estrangulada, inacessível!
Quem controla a admissão nos institutos, Santa Casa de Misericórdia de Lisboa e outros por exemplo?
- Obesidade, que flagelo!
Quem permite a instalação de Mc Donalds às portas das Escolas?
- O trabalho infantil, a falta de respeito pelos direitos humanos, na Europa!
Quem lucra com a entrada livre com os produtos chineses, indianos e outros tantos?
- O tabaco causa o cancro (principal causa de morte)
Porque a indústria do tabaco continua a ser uma fonte de receita para o Estado?
- O Euro tem como décima o Cêntimo!
Porque as gasolineiras apresentam o preço por litro de gasolina 1,075?
Se souberem…elucidem-me!
Se tiverem mais dúvidas com o esta, circulem até que alguém nos esclareça!
Já agora, acrescentem!
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Afonso Faria
em
21:31
terça-feira, junho 5
um outro crescimento!
Gaveta:
meus olhares...

Tive um dia em cheio!
Logo pela manhã visitei mais duas instituições, um itinerário que me tem levado a um conhecimento no terreno de uma realidade de muitas realidades feita. Porque quer queiram quer não a realidade não é absoluta, assim como a ignorância, a sabedoria a tolerância.
Simples sentires que fazem reconhecer-me talentos, inatos alguns, muitos adquiridos, trabalhados e desenvolvidos por mim e pelos outros que de “mim” em amizade se me misturam, se envolvem.
Anseio partilhar sempre, anseio incendiar, despertar tantos e tantos sentimentos adormecidos, dizer que há muito para fazer, e tanto de tão pouco que seja, em muito se transforma onde nada é tomado por dado adquirido, por resignação!
Chamo-lhe disponibilidade. Creio que é a base, ponto de partida. Não, não falo de disponibilidade de tempo. Não, aquela que vem do interior, aquela que nos faz sentir bem, aquela que até subjuga a do tempo!
Ainda cedo, o meu telemóvel lembrou-me que era dia da “Bebé” comemorar o seu aniversário. Ela não faz anos, as pessoas especiais não fazem, comemoram!
Levei-lhe uma flor. Banal! Nem tanto, aquela flor era especial, para uma pessoa especial. Li-lhe nos olhos o sorriso da alma! Gostamos!
Foi um encontro no meu antigo local de trabalho. Voltei a sentir pessoas partilhando afectos, palavras cúmplices em olhares cruzados, calados. Sorri!
Também não vi gente. Continuo a não querer poluir o meu olhar!
A meio da tarde, deixei-me mimar pelos meus fãs maiores, os meus queridos alunos da terceira idade!
Dia cheio, não?
Cada vez mais descubro o que tenho, independentemente do que desejo. E no fundo o que desejo não é a tranquilidade, a paz? Há muita maneira de se manifestarem. Basta estar atento.
Logo pela manhã visitei mais duas instituições, um itinerário que me tem levado a um conhecimento no terreno de uma realidade de muitas realidades feita. Porque quer queiram quer não a realidade não é absoluta, assim como a ignorância, a sabedoria a tolerância.
Simples sentires que fazem reconhecer-me talentos, inatos alguns, muitos adquiridos, trabalhados e desenvolvidos por mim e pelos outros que de “mim” em amizade se me misturam, se envolvem.
Anseio partilhar sempre, anseio incendiar, despertar tantos e tantos sentimentos adormecidos, dizer que há muito para fazer, e tanto de tão pouco que seja, em muito se transforma onde nada é tomado por dado adquirido, por resignação!
Chamo-lhe disponibilidade. Creio que é a base, ponto de partida. Não, não falo de disponibilidade de tempo. Não, aquela que vem do interior, aquela que nos faz sentir bem, aquela que até subjuga a do tempo!
Ainda cedo, o meu telemóvel lembrou-me que era dia da “Bebé” comemorar o seu aniversário. Ela não faz anos, as pessoas especiais não fazem, comemoram!
Levei-lhe uma flor. Banal! Nem tanto, aquela flor era especial, para uma pessoa especial. Li-lhe nos olhos o sorriso da alma! Gostamos!
Foi um encontro no meu antigo local de trabalho. Voltei a sentir pessoas partilhando afectos, palavras cúmplices em olhares cruzados, calados. Sorri!
Também não vi gente. Continuo a não querer poluir o meu olhar!
A meio da tarde, deixei-me mimar pelos meus fãs maiores, os meus queridos alunos da terceira idade!
Dia cheio, não?
Cada vez mais descubro o que tenho, independentemente do que desejo. E no fundo o que desejo não é a tranquilidade, a paz? Há muita maneira de se manifestarem. Basta estar atento.
Publicada por
Afonso Faria
em
20:10
domingo, junho 3
descoberta
Gaveta:
meus olhares...
Sabiam que a energia do Sol chega até nós através de fios suportados por postes? É verdade, talvez seja primitivo,mas onde a recebo ainda é assim. Gosto!
Publicada por
Afonso Faria
em
23:32
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