Acerca de mim

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Mas quem sou eu mesmo? Nem eu sei se calhar. Em busca, permanentemente em busca!

quarta-feira, março 22

Afirmação discreta

Não sei o nome!
E importa?
No chão, de entre um arbusto selvagem que continuamente contorno como se jardineiro fosse, emergiu.
Bela!
A PRIMAVERA NO SEU ESPLENDOR!

quinta-feira, janeiro 19

Ui que frio...que belo!

Que dizer? Facto, oportunidade, pré-disposição, recurso à mão.
A janela direita dum carro "tela" quase abandonado!
Um  identificado noctívago artista sem rosto!
Cristais dispostos paciente e esteticamente colocados, o reflexo da pequenez de quem se julga artista!
Simplesmente...partilho.




quinta-feira, janeiro 12

noite e dia...

Ontem cheguei a casa e à minha espera, pousada no cimo, espreitava!






Hoje, abri a janela. Brilhante, soberbo...


terça-feira, novembro 22

Facebookdependência

Acabo de receber mais um mail de uma amiga.
Diariamente recebo algumas dezenas e envio alguns para os meus contactos. O mail é sem dúvida a minha segunda forma de comunicação preferida. 
Gosto de estar presente, olhar olhos nos olhos, sentir o calor humano das palavras, dos gestos, receber de imediato o retorno daí que pense que não há "like" superior a um abraço, qualquer "emotion" estilizado superior ao sorriso natural.

Feita introdução depreende-se que não me encontram no facebook, essencialmente porque não encontro uma mais valia para mim, nesta altura do campeonato... e agora já quase faço só o que me dá gozo. Ok, Ok, "facebookexcluído", assumo!
Mas voltemos ao mail que serviu de mote a este apontamento.
A minha amiga, pessoa de uma sensibilidade musical apurada, ao receber algo de belo...partilhou. 
No mail vinha um link com uma ligação ao face que reproduzia uma interpretação de Maria Bethânea, "sonho meu".Belíssimas vozes e músicas...

Fiquei a pensar. Que piada tem ir buscar músicas, colocá-las numa página do "face" e encaminhar para outros? Depois, quando se recebe é sugerido que se faça login ou se crie uma conta! Para quê?
Sou ainda primitivo, prefiro ir  à fonte sem pagar dízima, quando encontro alguma coisa que ache valer a pena partilhar com alguém...faço assim:


Mando por mail, quem quiser espreita, nada é meu...a não ser o sonho! :)
Feitios!


terça-feira, novembro 15

Ainda Outono!

Há muito que manifesto a minha preferência pelo Outono.
Olhe-se os campos, cheire-se o ar, deixe-se embalar em braços cada vez mais despidos de folhas soberbamente coloridas...liberte-se a alma em uníssono com os voos das aves errantes.

Sinta-se o aconchego de um agasalho em tarde suavemente fresca, abandone-se por momentos num abraço de uma brisa.
E atentos, aceite-se, disponibilize-se para a surpresa. Ainda é Outono!

Azul, manso, um cheiro a maresia no ar.
Corpo em terra, fez-se ao mar o espírito...tão bom, tão sereno este Outono!



terça-feira, agosto 2

IMI

Sr. Costa, Sr. Centeno, Sr, Sr, (e outros tantos).

Antes de taxarem o Sol que nada fazem para eu receber, antes de taxar a brisa que afaga a minha janela, antes de taxarem a vista para o arco-íris que me entra no horizonte e me deduzirem os arciprestes de um qualquer cemitério ao longe,..

Já repararam que os partidos segundo consta não pagam IMI dos edifícios que têm?

Já repararam que as fundações segundo consta não pagam IMI?

Já repararam que a Santa Casa de Misericórdia (diz-se 2ª proprietária de imóveis em Lisboa), segunda conta não paga IMI?

E outras e outras e outras, não pagam IMI?

Já repararam que as Igrejas, segundo consta não pagam IMI?

Já repararam que Clubes  e muitas associações, segundo consta não pagam IMI?
Sinto que os bolsos dos portugueses precisam de costuras. Assim, quaisquer "mãozinhas" entram nos ditos.

A polícia alerta os estrangeiros para os carteiristas...

Quem nos acode, oh da guarda?


sábado, julho 2

estar (atento, disponível)

Há muito que procuro ser "um" com tudo o que me rodeia.
Ensaio permanentemente um "estar" com, uma identificação, uma harmonia em suma, "ENCONTRO"
De uma forma jocosa falo com o carro, com o telemóvel, com a planta, com o ar que respiro...
E recebo retorno!
Uma vez mais chego a casa. A direcção que tomo não me permite ver...o meu carro, (eu não disse?), alerta-me, uma, duas vezes!














Paro.Olho!
TEM UM ÓPTIMO FIM DE DIA, recebi!



domingo, junho 26

dias quase noites...
























21h50.Regresso a casa.
O dia foi intenso.
A estrada conduz-me! Entrego-me.
Aqui deixei-me ficar por momentos...

sábado, maio 28

Maio deslumbrante

Há momentos em que o caminho vem até nós, leva-nos, surpreende-nos.
Cheira a terra molhada, num dia de maio que acaba.
A minha fiel Canon estava à mão.
Partilho!





domingo, maio 1

dia dito da mãe


Determinaram que era o dia da mãe!
Quando eu a tinha e há muitos anos, ela era conhecida como Imaculada, aliás não era só minha, era de todo o Portugal.
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades, quebram-se as fronteiras, surge a globalização.
A mãe já não é aquela, o aconchego, a ternura de casa, a entrega de uma flor, um beijo.
Agora chama-se ZARA, DIOR, PRADA, NINA RICCI, LANCÔME, GUCCI, CACHAREL, CALVIN KLEIN, DIOR, etc, etc.
Estou velho para isto, CONCEIÇÃO era um simples nome português, celebrava-se a 8 de Dezembro!

sexta-feira, abril 29

Que chatice...

Há dias alguém dizia que os velhos quando estão sós descuram a sua alimentação. Acho que têm alguma razão!
Pela manhã, pouco passava das sete, sacrificava-me com prazer fardado a rigor pois até já tenho nº de aplicador, sulfatando a vinha...
A meio da manhã, banho tomado, havia que providenciar o almoço, comprar algo que o meu fastio de velho solitário tolerasse.
Que chatice tanto peixe...
Duas sardas, pedi que me escalassem...
Para um pirex, muito chateado piquei uns alhos, sumo de limão, sal, pimenta e um pouco de orégão. Esperar duas horas em marinada...que chatice!
Foi com sacrifício que acendi o lume, gravetos de videira acumulados para estes momentos chatos, um lume brando e uniforme.
Colocados os peixes na grelha, vira de um lado, vira do outro, no ponto!
Claro que esta chatice tinha que ter acompanhamento. Duas batatas cozidas (por acaso até foram semeadas e colhidas por mim), duas folhas de alface, uma beterraba anã. Não tinha pachorra para mais, confesso.
Tinto, para mim sempre tinto, de preferência das uvas que cuidei, do vinho que vi fermentar.
Um café.
Concordo, quando se está só e se é velho não há pachorra para cozinhar...haja estas coisinhas simples e rápidas!
Que chatice!

quinta-feira, fevereiro 25

quinta-feira, janeiro 28

A beleza de um manto



Quase do mesmo ângulo, hora diferente...
Nada é igual amanhã.
Tempo de sol, tempo de chuva, o único desafio permanente, a disponibilidade para aceitar...



Há tempo de nascer, e tempo de morrer; há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar;tempo de chorar e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de afastar. Há tempo de procurar e tempo de perder; tempo de economizar e tempo de desperdiçar; tempo de rasgar e tempo de remendar; tempo de ficar calado e tempo de falar. Há tempo de amar e de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.”

sábado, janeiro 16

BOM DIA!

Até podia ter ficado por algum tempo mais nos braços de morfeu...

Podia, tal como tantas outras coisas, uma questão de escolhas.

Bom dia, gritaram-me as aves, as folhas, os campos, estes raios de sol em formação!
Bom dia, lindo!

Demasiado belo para ficar indiferente!

quinta-feira, janeiro 7

Devolução de cauções


Não me parece sério o processo de devolução de cauções. Querem ver?
Vou-vos contar passo a passo um caso, em concreto no Concelho de Alenquer.
"A", septuagenário, reside numa das freguesias de Alenquer, numa aldeia que nem serviços de transportes públicos tem. Ouviu falar da devolução das cauções da água.
Duas hipóteses: ou vai directamente à sede do concelho ou pede a alguém que trate por internet.
Nas duas tem que preencher um formulário com toda a identificação, contrato e local de consumo, atesta que é o próprio e requer que lhe seja passado pelos serviços camarários uma declaração comprovativa do direito à devolução de caução.
Um funcionário da autarquia emite uma declaração em nome da Directora do Departamento Administrativo e Financeiro da Câmara Municipal a atestar que o munícipe em causa tem direito à devolução da caução, e o valor respectivo.
Com esta declaração o contribuinte tem que entrar em contacto com a Direcção Geral do Consumidor, em Lisboa, e correctamente identificado solicitar que lhe seja devolvida a caução que lhe é devida.
Imaginem os passos, os gastos de dinheiro, tempo, burocracia.
Se é devido, se o consumidor ainda está vivo e a pagar a sua mensalidade dos serviços, se se chega à conclusão que se deve devolver, porque tanta dificuldade?Porque não fazer encontro de contas?
Nota: O Munícipe em questão deveria receber 0,45€. Que acha que vai acontecer? Claro, tanto trabalho, tanta volta...não vale a pena!!!
Transparência, defesa do consumidor, onde?
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