Acabo de ver sua excia a bastonária dos enfermeiros comparar a greve dos ditos com a dos estivadores do porto de Setúbal, a prestação da ministra do pelouro com a actuação da ministra dos seus interesses.
Francamente, menina, comparar a saúde dos portugueses com mercadoria que transita nos portos é o mesmo que comparar as vacas que dão leite ao leite chamado de soja.
Vergonha, menina bastonária!!!
Eticamente não é permitido tudo!
Acerca de mim

- Afonso Faria
- Mas quem sou eu mesmo? Nem eu sei se calhar. Em busca, permanentemente em busca!
quarta-feira, dezembro 12
domingo, setembro 16
quinta-feira, agosto 16
Baú das recordações
Não foi o baú mas a garagem.
A um canto, um lugar, um incómodo...
Hoje estava bom tempo e resolvi armar a tenda!
Não estava mas facilmente descobri em cada pano o traçado, os milhares de quilómetros.
Em Portugal terras e terras desde o Gerês a Olhão. Perco a conta dos parques uns de referência outros a esquecer, uns antigos outros a estrear.
Um dos lados para os filhos, a filha mais nova aos pés dos irmãos, o outro para os pais. O filho ao crescer, herdou direito de privacidade na área central.
Portugal de lés a lés, Espanha, França, Bélgica, anos 80...
Sem intenção, foi bom recordar!!!
Agora, olho e catalogo...lixo afectivo, precioso na época mas actualmente lixo!
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Afonso Faria
em
17:05
quinta-feira, agosto 9
Parabólicas
Como eu certamente milhares de
portugueses mudaram de operador.
De uma forma eficiente quase coerciva,
lembraram-me que deveria fazer chegar ao operador cessante, o router, o
comando, a box, o telefone…(para cada equipamento seu valor de penalização,
caso não fossem entregues dentro do prazo),
E a parabólica, questionei.
Que não, poderia fazer o que quisesse,
não aceitavam.
Uhm… para comedor de galinhas é
demasiado grande e nem tenho criação e creio que se corre o risco de os bichos
saberem ler e com o susto deixarem de pôr ovos…
Assador de “fêveras”? Creio que
deixaria mau gosto na carne…
Chapéu chinês tipo apanhador de
arroz? O alumínio assaria os miolos…
Se a operadora deixou é porque algum
benefício teria para mim em agradecimento da fidelização…
Nã, não encontro aplicação, vai para
o lixo, nem me dou ao trabalho de apagar as letras…
Intriga-me que as “zero”, as “quercus”,
as secretarias do ambiente ainda não se tenham pronunciado sobre estes monos….
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Afonso Faria
em
15:41
Calor...
Lembram-se aquando a
seca, Assunção Cristas pedir ao “Zé”, preces para provocar a chuva?
Agora foi o calor!
O governo falhou!
Fosse ela governo e
certamente nada disto acontecia. Uma cunha e o sol fechava a pálpebra, não provocaria
tanto desassossego!
Não sou agricultor, mas
costumava obter algum vinho das cepas que alguém plantou há muitos anos, (como
na moda se diz, “há muitos anos atrás”).
Este ano creio que já fiz
a vindima, as uvas que não assaram, devem estar cozidas.
Confesso que o meu
descontentamento fica só pela tristeza e essa passa depressa.
Não sou indiferente àqueles
que fazendo vida em torno da terra, preparam, semeiam, cuidam e da colheita
aproveitam quase nenhures. Contingências da actividade, prejuízos este ano sonoramente
lamentados, contrastando com silenciosos lucros de outros anos!
São momentos de tristeza,
episódios. Amanhã será diferente!
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Afonso Faria
em
15:17
sábado, julho 28
Atento
Não sei se mais bonita ou feia que outras.
Aliás cada vez menos me preocupo com a comparação.
Sei que é bela, sei que a vi crescer, a alimentei...
Surpreende-me...
PARTILHO!
Publicada por
Afonso Faria
em
16:08
terça-feira, julho 17
atento...grato
Observo.
Fogueado o horizonte, prenúncio de mais um dia, insinua-se!
Entrego-me, esqueço os negrumes, embarco!
Silêncios possuem-me, embriago-me suave, brandamente,
ACEITO!
Quero, possuo energia, o advir,
PARTILHA,
PREDISPOSIÇÃO!
Publicada por
Afonso Faria
em
13:39
2018 Massamá/Monte Abraão
Estas fotos ilustram o motivo da minha reclamação, contentores na via pública, efectuada aos serviço municipalizados competentes, julgava eu
Zona Urbana, Monte Abraão, concelho de Sintra, 10k da capital do País...
Qual ordenamento, qual ambiente?
Já muita sorte têm os munícipes terem caixotes daqueles que ficam bem, multicoloridos, não é?
Eis a resposta que obtive!
Esclarecedora, competente, amiga do ambiente, inovadora, não é?
"Em resposta ao seu pedido, referente ao posicionamento da contentorização na Av. General Humberto Delgado 3, Monte Abraão, informamos V. Exa. que reencaminhámos o seu pedido para os SMAS de Sintra, entidade que gere os resíduos e a contentorização, e que nos respondeu à sua solicitação:
“No seguimento da exposição apresentada pelo munícipe Sr. Afonso Faria, informamos que se colocarmos o conjunto completo de RSU no passeio, irá originar o estacionamento abusivo por parte de alguns moradores em frente do nosso equipamento, inviabilizando o serviço de recolha.
Agradecemos a vossa compreensão.”
Desde já gratos pelo seu contributo,
Com os melhores cumprimentos,
Gestão de Ocorrências
Ambiente e Espaço Urbano"
Qunto ao contributo...acabou-se, acabou-se, já dei tudo quanto tinha a dar neste peditório!
Publicada por
Afonso Faria
em
09:29
segunda-feira, julho 16
2018 ao acaso
Desculpe, senti bater-me nas costas…
Era um velho, um pouco mais velho que eu, pequeno, óculos garrafais, sorriso franco, tez queimada de praias de seara.
Podia dizer-me a como é que está a meloa, 0,99 em caracteres quase gigantes, não suficiente grandes para apreensão de todos…
O diálogo brotou, sem constrangimento.
Também cultivei melancias e meloas. Diziam que eram boas, então as melancias,
especiais. Vendia muitas!
Era a 0,15€ o quilo. Depois a pessoa
que mas comprava deixou de o fazer, tinha que ser eu a pesá-las, fazer contas…
difícil, eu só as cultivava e bem.
NÃO SEI LER, NÃO SEI ESCREVER LETRAS,
disse.
Tenho pensado no episódio!
Este é mais um episódio no universo
do meu dia a dia.
Quem pode ignorar esse tempo em que a
iliteracia era tolerada como um mal menor? Quem ousa arvorar-se em defensor desses
tempos? Conheço alguém!
Confesso que bendigo o esforço de meus
pais, a visão de futuro que os norteava para os filhos, gente simples, sábia.
Lembro-me sempre o episódio da vinda
da minha família para o centro urbano, a proximidade das escolas, na altura. O
meu avô questionava se seria a decisão correcta a tomar. Para quê o Liceu, a Escola
Técnica? Havia muitos balcões e comerciantes a precisar de empregados…
Esta era uma observação pejada de
contradições… um dos meus tios tinha vindo estudar para o Porto e formara-se em
medicina!
Felizmente os meus pais apostaram no “cavalo
certo”, vieram para o Funchal. Todos nós frequentámos estabelecimentos de ensino
secundário. Não nos ficamos pelos trocos de uma gaveta de balcão!
Não se pense menor, esta evocação. Na
Madeira só podia estudar quem tivesse acesso directo ao Funchal, meios,
Colégios particulares, o velho Liceu Jaime Moniz, a Escola Industrial e Comercial
do Funchal, e até o Seminário, estabelecimento de ensino redutor para quem sem
posse e fora do Funchal quisesse estudar.
Este desconhecido com quem me cruzei
fez-me reviver este episódio da história familiar.
São episódios destes que me estimulam
a continuar a estar próximo de quem eventualmente queira aprender…partilhar o
que eventualmente recebi por esta ou aquela circunstância.
Se calhar consigo deixar transparecer
este meu “ESTAR” e de vez em quando alguém se sente à vontade, sem inibição
para me usar como leitor de etiquetas!!!
Publicada por
Afonso Faria
em
14:30
quarta-feira, março 21
VIVER!
Há momentos e ocasiões que tropeçamos com algo que nos fica, um rosto, uns olhos, uma cena, uma música!
Tropecei acidentalmente com NINO BRAVO.
Luís Manuel Ferri Llopis foi um cantor espanhol conhecido como Nino Bravo. Nasceu a 3 de Agosto de 1944, Espanha e faleceu a 16 de Abril de 1973.
Creio também que a vida é feita de várias facetas. Não sabemos por vezes aceitá-las, mas é a vida!
Para ouvir, meditar!
canção:
Pensar no passado e ser feliz,
ser feliz.
Falar com você mesmo e sorrir,
Sorrir
sonhar que há amor entre os homens,
há amor,
é viver, é viver, é viver.
Chorar por sentir uma grande dor,
grande dor
Lutar por uma ilusão,
que ilusão.
Rir porque a felicidade chegou,
chegou,
é viver, é viver, é viver.
Pensar, conversar, sonhar,
chorar, lutar, rir
sentir, amar, sofrer,
isso é viver, viver.
Pensar, conversar, sonhar,
chorar, lutar, rir
sentir, amar, sofrer,
sonhar com o que foi nosso
beber nas paixões,
sempre caminhar para a frente
mesmo se tiver de sofrer,
isso é viver.
Isso é viver, viver.
Pensar, conversar, sonhar,
chorar, lutar, rir
sentir, amar, sofrer,
sonhar com o que foi nosso
beber nas paixões,
caminhar sempre para a frente
mesmo se tiver de sofrer,
isso é viver.
Isso é viver, viver.
AFaria
Publicada por
Afonso Faria
em
21:41
terça-feira, fevereiro 13
Caça
Hoje fui surpreendido com movimentos subtis, tranquilos, nas imediações da minha casa prontamente assinalados pelo meu fiel Lucky, atrás de uma porta de vidro.
Peguei na arma...aproximei-me de mansinho e ...disparei!
Sucesso!
Me perdoem os senhores da caça por me ter antecipado neste disparo!
Gostei!
Publicada por
Afonso Faria
em
10:52
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