
Gosto do amanhecer, na rua.
Cada dia que nasce, uma intensa e imensa energia emerge e com ela sinto-me renascer, na Luz, depois no Sol!
Tomei como rotina diária a busca de um equilíbrio físico e emocional, caminhando cerca de hora e meia. Caminho, não corro. Ao longo da caminhada sou desperto pelo voo imprevisto de um pássaro, deixo-me embalar nos braços de perfiladas árvores, esguias, de um verde compacto moldado em harmonioso compasso por uma brisa. Espreguiçam os olhos em relvado listados por trabalhos inacabados de “roçadoras”, alternado por verdes de várias plantas.
No ar, cheiros; amontoados de ervas daninhas, relva cortada; terra molhada; flores; a fresca brisa da manhã.
Vida!
Ontem tive conhecimento da morte de um tio. Triste notícia.
A morte, a definitiva ausência física de alguém!
Costuma-se dizer que só para a morte não há solução. E quando ela é solução!
Adeus Zé, libertaste-nos do teu sofrimento.
Nós, de quem gostavas tanto, nós, que tanto gostámos de ti, continuaremos a entoar o cântico que tanto apreciavas, o da VIDA, desta vez em memória.
Cada dia que nasce, uma intensa e imensa energia emerge e com ela sinto-me renascer, na Luz, depois no Sol!
Tomei como rotina diária a busca de um equilíbrio físico e emocional, caminhando cerca de hora e meia. Caminho, não corro. Ao longo da caminhada sou desperto pelo voo imprevisto de um pássaro, deixo-me embalar nos braços de perfiladas árvores, esguias, de um verde compacto moldado em harmonioso compasso por uma brisa. Espreguiçam os olhos em relvado listados por trabalhos inacabados de “roçadoras”, alternado por verdes de várias plantas.
No ar, cheiros; amontoados de ervas daninhas, relva cortada; terra molhada; flores; a fresca brisa da manhã.
Vida!
Ontem tive conhecimento da morte de um tio. Triste notícia.
A morte, a definitiva ausência física de alguém!
Costuma-se dizer que só para a morte não há solução. E quando ela é solução!
Adeus Zé, libertaste-nos do teu sofrimento.
Nós, de quem gostavas tanto, nós, que tanto gostámos de ti, continuaremos a entoar o cântico que tanto apreciavas, o da VIDA, desta vez em memória.