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Mas quem sou eu mesmo? Nem eu sei se calhar. Em busca, permanentemente em busca!

sábado, janeiro 7

momentos


Foi assim o meu dia de ontem!
Cedo, passada firme e decidida entre frescos arvoredos verdes e brilhantes do relento da noite, beijado por tímidos feixes de sol não quentes de temperatura mas anímicos. Uma hora em comunhão, recebendo uma energia imensa. O meu dia seria bom, nada o poderia alterar.
E foi.
Dei e recebi!
Quase noite, a caminho de mais uma partilha, de novo recebo esta dádiva.
Calmo, intensamente colorido, fechava o ciclo do dia. E eu tive o privilégio de o acompanhar no início e fim...
Não sei que mediou entre os momentos. Não deve ter sido nada importante, não registei.

quinta-feira, dezembro 29

Deuses, Juízes, Vítimas.

Tenho vindo a aprender que mais do que sou é o que "estou"...
Episódios do dia a dia manifestam a transitoriedade da nossa existência. De vez em quando surgem-nos notícias de partidas em definitivo de desconhecidos, figuras públicas e solidariamente encontramos em tolerância uma qualquer responsabilidade estranha para a justificação, a compreensão dos acontecimentos principalmente quando atinge um outro. De certa maneira de uma forma egoísta esquecemo-nos que o "Outro" tem normalmente alguém por perto que sofre.
Inesperada, dolorosa, fora de tempo... ouve-se.
Inesperada porque avaliando os sinais do dia a dia projetamos os anos. Dolorosa porque a partida definitiva deixa-nos um vazio súbito. E fora do tempo porque ousamos definir o que é eminente e o que se prolonga como se donos e senhores do tempo fossemos.
Esta trilogia, Deus, Juiz e ao mesmo Vítima é afinal o papel principal tantas vezes representado no palco da Vida.
Insinuamos saber dos desígnios da Vida, julgamos os acontecimentos e os protagonistas, desculpamo-nos sempre dos nossos erros e insucessos por causas sempre exteriores ou terceiros.
Aproxima-se um novo ano.
Se após balanço do transato mantiver a mesma postura, de nada serviu vivê-lo. Estagnei!
Nenhuma certeza deve imperar a não ser a certeza da mudança, o desejo de ser agente da surpresa, parte integrante.
Enquanto em vida, em campo. ACEITO porque me integro, participo, faço parte dos problemas e também quero ser elemento da equação solução.
O Todo, o País não é mais que a Comunidade em ponto grande.
A Comunidade é aqui mesmo, a Pessoa, as Pessoas. A travessa, a rua, a avenida, a aldeia, a cidade, inertes, nada são sem o pulsar do coração do HOMEM.
E há-os pobres e ricos, feios e bonitos, doentes e saudáveis, novos e velhos...
E é com essa fealdade e beleza, riqueza e pobreza, doença e saúde, juventude e velhice que vivemos, e ainda temos a injustiça.
Que em 2012 saibamos reconhecer e respeitar, que em 2012 não queiramos ser Deuses e Juízes e muito menos Vítimas mas não esqueçamos o direito à indignação, ativamente.
E acima de tudo procuremos ser HOMENS, solidários seja qual for a expressão!

sexta-feira, dezembro 16

O meu NATAL!


Rezam os registos que foi há 62 anos!

Não consigo contabilizá-los todos o que em abono da verdade não diminui a quantidade.

Tempos houve que me limitei a acumular os dias, os meses e quando dava por mim mais um tinha passado. Por esses que nem memória tenho, recebi imensos parabéns não se importando quem mos dava se alguma coisa fizera para os merecer. É costume, é tradição...

Era aqui que aqueles senhores que em tempos via na TV diziam com muita pseudo convicção que não se arrependiam de nada do que tinham feito. Coitados, tão "poucochinhos".

Tanto que errei...

Que diabo, respirar, será digno de parabéns?

Há alguns anos que procuro mudar esta forma de encarar os aniversários.

Quando vou a um espectáculo não bato palmas só porque é o momento. Pelo menos a mim elas têm de ser arrancadas, merecidas.

De uma forma jocosa costumo dizer que os anos não se fazem, comemoram-se se houver motivo. Por uma questão de coerência há que trabalhar para merecer a comemoração.

Não pretendo competir com a criança que alguns pensam ter nascido a 25.

Verdade, verdadinha que este dia foi o natal mais importante para os meus pais e eu, passados estes anos continuo a pensar que sim.

Já pensaram se valorizássemos os nossos “natais”? Isso teria sentido e manteríamos um verdadeiro espírito de alegria ao longo do ano em cada casa (com excepção dos deprimentes seres que não passam dos trinta e...). Depois arrasaríamos de todo com a estafada frase que “Natal é quando um homem...bla, bla”. Que mofo!

Nesse mesma linha de pensamento todos procurariam merecer a comemoração, um pouco diferente da imposição de um velho de barbas brancas que aparece nesta altura a fingir que dá alguma coisa por obra e graça de pacotões transportados por tolas renas voadoras ao som de sininhos, ou por camiões com logos de superfícies comerciais. E o povão finge que sim... e gosta.

Lembram-se do outro Natal, o do menino em palhas deitado? Foram-se, as palhas provocavam alergias, o burrinho a vaquinha e ovelhinhas substituídas por ar condicionado, por imposição da ASAE, os camelos dos reis magos com deficiente orientação, consumiam muito, foram trocados por Mercedes e Audis com GPS. Sem emprego, de carregadores na época, os camelos em onda de empreendedorismo constituíram sociedades de governação de países.

Hoje, inicio mais um ano. O que passou foi vivido com muita alegria e entrega. Espero ansiosamente o minuto 1 do novo. Será extraordinário, hora a hora, vivido com intensidade. Só assim faz sentido. Embarco e nem me preocupo com a chegada. As margens são lindas...

FELIZ ANO NOVO!

domingo, dezembro 11

Sentir!


Entrava pela fresta , branca, fria, na escuridão da noite. Curioso assomei à janela, espreitei.
Castelos de nuvens alvos feitos ondas espraiam-se no índigo céu levemente tocados pela brisa. Quase as ouço. Alguns farrapos perdem-se, espuma...
Gélida, intensa, ora descoberta ora envolta em neblina, a lua. Neste mar de imaginação e realidade pereceu-me um farol projectando a orientação, a segurança da costa.
Ao longe, recortado no horizonte, negro, denso, imponente, Montejunto, o Adamastor.
Real, oscilo divertido em exercícios de imaginação, entre elemento do cenário, e criador.
Esta noite cheira-me a maresia...

quinta-feira, dezembro 8

neblinas...




E há ao longe a continuação da estrada. Pouco se vê, movimento-me com dificuldade, o que me permite o nevoeiro. A única certeza é que estou na rota. Há que estar atento...
Ao longe, outros avançam com outros recursos...
Deste episódio transportei-me para a vida.
Tal como este caminho tantas vezes percorrido sob um sol luminoso, horizontes sem limites, de tão fácil andar, a Vida também tem os seus nevoeiros de dificuldade.
Há que estar atento, encontrar a rota da Vida como certeza fundamental e percorrer, cada um com o seu talento e empenho, agarrando os seus recursos.
Nada absolutamente nada permanece eternamente!
VIVER é o percurso fundamental, com nevoeiro ou sem ele, a estrada da vida tem de ser percorrida, e em nossa memória registar-se-ão as vivências. Boas, más, nossas!
Na evocação dos caminhos, amargos, doces, tranquilamente, reside o nosso património de PESSOA, a afirmação, cada um procurando deixar a sua "peugada", única.
E quem não quer?


terça-feira, dezembro 6

simples...

E é em dias sombrios (e não estou a falar de política), que me embriago com estes momentos. Rápido que se faz tarde, imagem única...
Hipnose ténue, a alma limpa-se, o silêncio compete com a cor.
Ganho eu!

sábado, novembro 12

Dica


Luís Reis, da direcção da Associação dos Praças, queixava-se que tinha pedido uma audiência ao Presidente Cavaco Silva e que ainda não obtivera resposta.
Não foi certamente no estrangeiro pois aí Cavaco Silva fala.
Permita que lhe dê uma dica, caro Luís Reis.
Use o "Feicebooki", entre lá na quinta do Presidente, mande um "like", convide-o para amigo!
Vai ver que toca no botão da resposta!!!




sexta-feira, outubro 21

Legal...mas imoral

Estas histórias dos subsídios a políticos que estão deslocados mas que possuem casa em Lisboa, dos juízes que também têm, das reformas aos 8 e 12 anos de serviço, outras tantas que de vez em quando surgem... causam-me asco, vómitos.
Que não há nenhuma ilegalidade, dizem.
Mas é IMORAL!
Claro que político e outros beneficiários não se preocupam com isso...
Tal como a mim, pelos meus pais, esforcei-me por transmitir princípios de ética aos meus filhos, muito antes dos legais. Se lhes serve para alguma coisa? Estou convicto que sim que ainda acredito na verticalidade do ser humano e na efemeridade deste estado de ganância e atropelo.
Foi certamente por isso que embora enveredando pela chamada alínea de direito aquando o liceu, não me seduziu o curso. Há muita legalidade e muita falta de ética...
Ao longo da história são vários os episódios dos opressores escudados pelas leis. Muitas vezes por jogo de conveniência evocam-se "princípios" e desencadeiam-se guerras de todo fora da lei.
O Povo é sereno, dizia o Almirante Pinheiro de Azevedo...
Até um dia, digo eu que sou convictamente sereno e nem sou almirante...

PS.
Não é só em Portugal. Assistam atentamente. Alguém, e neste caso a responsabilidade é da chamada imprensa dita livre, fez eco disto? Não será mais uma forma de corrupção?


http://www.youtube.com/watch_popup?v=m2B7RWJY--A


sexta-feira, outubro 14

Pedro (Passos Coelho)

Caro Pedro,

Vi-o ontem na TV a anunciar as medidas duras, pesadas, quiçá injustas que teve de impor ao povo Português.
Estava solene, embora aquela gravata fosse para a reunião do conselho de ministros, não para a comunicação. Olhe que o José, o seu antecessor tinha mais cuidado...
Sou reformado e muitas vezes tenho verbalizado que considero um "bónus" esta coisa de subsídio de férias, não estamos o ano todo? Porquê só um mês?
Desculpe lá, mas deve ter havido fuga de informação... Tenho casa em Queluz e, está a ver, paredes meias com Massamá!
Fontes próximas informaram-me que está a pensar suspender por dois anos, (o tempo que está previsto para a suspensão dos subsídios de Natal e férias) as reformas daqueles que embora tendo outros trabalhos passaram com "grande sacrifício", mesmo que por poucos anos pela vida política, os chamados depreciativamente "os políticos".
Tenha cuidado, isso seria gravíssimo, de uma injustiça social tremenda, catastrófico!
Como alimentariam as amantes, as obras de caridadezinha, as coutadas, as afundações, perdão, Fundações tão necessárias ao país, a manutenção esmerada dos filhos, suporte e garante da civilização e afirmação de Portugal? Já viu que nos ficheiros do fundo de desemprego só consta a populaça? E porquê? Porque na educação é fundamental o registo do nome e isso não se adquire sem investir!
Desemprego duro e de imensas dificuldades só me ocorre aquele do seu homónimo que após ser demitido, olhe, do lugar que você ocupa agora, teve que andar por aí, até se candidatar, certamente com grande concorrência, ao lugar de Provedor de Santa Casa de Lisboa. O que vale é que ele tinha assegurado uma reformazinha para os alfinetes...
Também me constou que cortaria nas mordomias, um estar tal como nos países Nórdicos...
Nunca, mas nunca pense nisso! Eles são lá do norte, com princípios esquisitos de tolerância e respeito pelo Outro. No dia que isso acontecesse...perderíamos a identidade!
Ouvi directamente de sua voz, não de fontes, que queria apurar as responsabilidades de todos os que nos conduziram a esta situação, nos levaram às tais despesas sem sustentabilidade, como se diz agora.
Concordo consigo, mas não vai certamente recuar tantos anos quantos as tais medidas foram aprovadas no parlamento. Não me lembro bem, mas se calhar já andava por lá. Não me dou ao trabalho de investigar mas se o fizesse certamente estava lavrado em acta que votou a favor por causa tal ditadura da disciplina de voto mas que se manifestou contra.
Outra coisa não seria de esperar.
Bom, vou ver se lhe faço chegar este alerta pela mesma via o mais depressa possível, IC19, fora da hora de ponta!

quinta-feira, outubro 6

acordar!

E voltas...

Ontem vi-te partir sem compromisso de encontro.

Nunca há!

Hoje continuo entre os teus espectadores.

Tenho que, à tua luz, escrever as linhas que quero deixar em vida. Nada mais...

Para isso retornas, intenso, forte, inspirador.

Aceito-te, rejubilo. Ainda há muito trabalho a fazer, gostosamente...

A obra está incompleta, sempre.

Ainda não é tempo!

terça-feira, outubro 4

tempo, épocas, momentos




Surpreendido!
Entre retorcidos galhos secos e em descanso amanheceu soberba, fresca, alva!
Estamos no princípio do Outono!
E depois?
Já não se pode ser imaginativo, furar as regras?Estranho, dizem-me. Estranho é não te ver de tão distraído que andasse.
Obrigado pelo privilégio, velha pereira, provocadora de um silencioso sorriso cúmplice. Meu dia iluminou-se.
Com este calor, breve desapareces, mas o momento vivo-o, guardo-o!
Partilho.

segunda-feira, outubro 3

Ser espectador ou actor na vida

Quando por decisão pessoal resolvi abandonar Lisboa há cerca de três anos trouxe comigo uma mão cheia de novos desafios, um desejo de partilha com outras gentes, Gente boa. Esta desintoxicação rural têm-me confirmado um outro mundo ainda existente, permitido encarar o dia a dia de uma forma mais tranquila, mesmo os acontecimentos menos agradáveis.
Na minha actividade de sensibilização à informática aos menos jovens das redondezas acabo por ter uma carga horária semanal que me ocupa quase todos os dias. Em Outubro recomeço esta actividade embora tenha diminuído a carga horária, deixei Alenquer, mantenho Carregado.
Por qualquer lado onde passe, fala-se de crise, é visível.
Para além do impacto negativo no quotidiano, este momento é certamente propício a justificativos de não realização genéricos. As dificuldades de orçamento têm uma cobertura direi que "conveniente"...
Não se pode fazer porque os custos...
Não é o momento porque as verbas...
Ou mesmo só não. (insere-se bem na crise!)
Contrapondo, acho que este é um bom momento para mostrar a criatividade, um momento de inovação onde os detentores de decisão podem mostrar a diferença, a iniciativa que não seja só medida pelo maior ou menor acesso aos Euros.
Estamos muitas vezes à espera que as soluções sejam apresentadas por um "alguém", - paizinho, ministro, presidente e comodamente não nos movemos, não agimos.
Mais que nunca temos que agitar as consciências, exercer a nossa cidadania, não aceitar por aceitar. Mais que indignados, há que mostrar a nossa indignação... agindo.
A participação cívica na construção da sociedade exige mais, as dificuldades financeiras não podem ser pretexto para um cruzar de braços...
Todos temos talentos, coloquemo-los ao serviço de todos. O pouco que seja, quando partilhado com alegria, torna-se suficiente para nos tornarmos atores da vida, interventivos, abandonando a plateia de espectador amorfo.
Um pouco, um pouco que seja!

terça-feira, setembro 27

culpas próprias

De duvidosa ética, mas de uma grande eficiência.
Falo da necessidade de arranjar sempre um culpado para as coisas que correm menos bem connosco, culpado que não sejamos nós, evidentemente.
Tenho percorrido um caminho que me tem levado a uma identificação comigo mesmo e felizmente sei que sou o principal actor das minhas asneiras. Mas não deixo de brincar com isso. Se está próximo, quando acontece algo que não corre como devia, se está próximo, dizia, o meu filho é o culpado. Se não está, algo teve a ver com o insucesso. Afinal para quê que queremos um filho, para que serve um filho?
Divertimo-nos com isso e ao mesmo tempo ao ridicularizar a situação, amadurecemos!
É sempre fácil procurar ver onde o "outro" teria intervido para que qualquer coisa não corra bem...
Em última instância, mas mesmo só em última instância somos os culpados!
A nossa história é pródiga em muitos episódios onde a "culpa" é sempre de um terceiro...
Mesmo a história da humanidade ou mesmo onde a ficção entra. Lembram-se do episódio da serpente no paraíso? Pois, alguém tinha que pagar as favas, nem que fosse uma serpente demoníaca...
É um bom exercício, garanto, assumir e identificar as nossas falhas. Acho que a tolerância para com os "outros" seria muito maior se o fizéssemos.
Deixemos aos Deuses que vivem não sei onde e nem sei quê, esse dom da infalibilidade, sejamos gostosamente pecadores assumidos.
Aprendamos a gostar de rir de nós mesmos, assumamos a nossa condição de humanos.
Mas já agora, como humanos aprendamos com os nossos erros!

quinta-feira, setembro 22

Antes que azede...

E é exactamente na sequência do apontamento anterior que coloco este.
Na pequena abertura circular do depósito, ferve o líquido. Por momentos uma golfada purificadora surge expelindo grainhas ou bagos. É o processo, a rejeição das impurezas para que o mosto se transforme em néctar. Já foi mais sonoro. Agora, quase imperceptível cumpre o seu ciclo. Mas a purga continua.
Esta imagem simples inspira-me!
Com tanta má notícia, com tanta impureza publicitada, há que ter a coragem de em golfadas enérgicas rejeitar os detritos feitos empecilhos desta sociedade onde nos situamos.
Curioso que são os mesmos agentes a conduzirem os destinos dos povos. Sabiam outrora as soluções que falharam, sustentam outras ruinosas como se definitivas, criticam sem memória posições assumidas como de outros se tratassem, continuam agentes despreocupadamente desresponsabilizados.
E o povo, como órfão continua a procurar um paizinho! Vota...e rejeita, rejeita e vota.
Estamos mal, é indesmentível, como o vinho que não é neste momento.
Há que encontrar a "purga" antes que o todo se azede!

segunda-feira, setembro 12

Festa, a vida...



É isso! Nestes tempos conturbados, creio que necessitamos cada vez mais de celebrar a vida, fazer de pequenos acontecimentos, grandes eventos.
A tranquilidade, a harmonia, a comunhão de um sorriso colectivo nunca será conseguida por decreto ou portaria. É outra coisa, eles nem sabem nem sonham...
Ainda somos livres, ainda construímos os bons momentos, assim o queiramos.
Este fim de semana, da terra emanou a alegria contagiante, da vinha a dádiva feita bago, do horizonte a paz, dos céus a bênção em gotículas refrescantes, do convívio a certificação do princípio dos vasos comunicantes... dos afectos!
Amei!


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